terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A noite vermelha

Sangue nas mãos denunciam um ato de dor....o vermelho destaque sua cor...Não há médicos por aqui, padres ou xamãs, a doença é sua, trate de cuidar...

Seu medo consome o seu lar, tornando em cinzas o seu olhar, você acabou de matar alguém...Um ladrão, um pobre ser, você...

Confuso? Essa é a sua cruz, sua corrente e bola de metal, oxidados...Viva a sua vida no vício, comprada com ócio...

E na quarta estrofe, o sol escurece, levando a doença, o câncer, o ser ...

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