sexta-feira, 17 de maio de 2013

Relato 013 : Compreensão do mundo

  Eu não tenho motivos para sentir raiva, felicidade, tristeza, e qualquer outro sentimento existente. É isso que sinto.
  Esse fato não me incomoda, é bom, pelo menos assim penso eu, o estranho disso tudo é que compreendo esse mundo. Cada atrocidade, cada maravilha, eu sinto que compreendo, se não, me esforço para tal.
  No post anterior eu disse que entrei meio que num estado de nirvana, de repente eu entrei mesmo nesse estado de espírito.
  Segundo o que está na wikipédia, Supremo Buda (Sammāsambuddha) descreveu o Nirvana como um estado de calma, paz, pureza de pensamentos, libertação, transgressão física e de pensamentos, a elevação espiritual, e o acordar à realidade.      Talvez eu o tenha alcançado, pois, de alguma maneira passei a minha vida meditando, pensando e refletindo. Isso só o tempo dirá.
  Eu consigo perceber nos olhos das pessoas na rua, que estão apenas tentando sobreviver, em algumas é possível ver um olhar desolado e em outras um de "eu consigo sobreviver". É como se eu as compreendesse.
  Enfim me pergunto se alcancei o nirvana, se não, tudo bem! Qualquer avanço, mesmo que pequeno, é um avanço.
  Não estou querendo afirmar que alcancei o nirvana, e sim talvez, por que não?

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