domingo, 28 de abril de 2013

Liberdade plena e grátis em menos de 1 minuto

    Tá aí algo que não faria para ninguém: dar liberdade plena. Em minuto! Ainda é muito tempo, dá para alcançá-la em menos de um milésimo.
  Como alcançar essa liberdade plena?  Meditação? Espiritualidade? Virar anarquista? Hippie?
  Não, nenhuma das opções, mas sim morrendo. Morrendo, falecendo, batendo as botas, não somos livres em vida.
  Talvez pela metade, uma liberdade relativa (como postei no blog anteriormente), mas nunca completa.
  Quando vivos mesmo vivendo nas mínimas condições de sobrevivência, como num coma, ainda precisaremos de oxigênio para respirar e quando morremos precisamos do que para estar mortos mesmo?  Não respirar, e mesmo se apenas  se só respirassemos, ainda precisaríamos do coração para bombear o sangue cheio de oxigênio para distribuir para o corpo, e mesmo que o coração batesse e os pulmões ficassem cheios de oxigênio, ainda o cérebro teria que funcionar para que ele "mandasse" o coração bater e os pulmões respirar.
  São necessidades, precisamos disso, não tem como se livrar disso, a não ser que você.......morra.
   A liberdade tem um preço( me diga algo que não tem preço), o que faz da liberdade ferir o seu próprio significado, já que ela está presa a um preço, que deve ser pago.
   Portanto, se você tem amor à sua vida nunca deseje liberdade plena, porque é o mesmo que desejar a própria morte.
  Em outros posts, continuo essa "série" de posts  sobre liberdade que nasceram de uma obssesão minha nesses últimos dias.

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